Resident Evil aposta em terror acessível e conquista estreia global de US$ 108,3 milhões
Filme dirigido por Zach Cregger combina horror de sobrevivência, humor sombrio e uma história menos presa à mitologia da Capcom.
Resident Evil encontrou uma forma própria de adaptar os jogos da Capcom: em vez de reproduzir a mitologia da franquia, o filme prioriza uma experiência de horror de sobrevivência que pode alcançar tanto jogadores quanto espectadores habituados ao gênero. A estratégia ajudou a produção a registrar US$ 108,3 milhões no primeiro fim de semana mundial.
Nos Estados Unidos, a estreia somou US$ 60 milhões, o melhor resultado da franquia e também o maior da carreira de Zach Cregger. O desempenho colocou o longa entre as maiores aberturas de setembro no mercado doméstico, reforçando a força comercial da proposta.
Uma adaptação guiada pela experiência dos jogos
Ao contrário de versões anteriores, Resident Evil não tenta incluir figuras conhecidas como Claire Redfield ou Albert Wesker. Raccoon City e a Umbrella Corporation aparecem como referências, enquanto algumas criaturas enfrentadas pelo entregador médico Bryan, vivido por Austin Abrams, são inspiradas nos games.
Conforme noticiado pelo TheWrap, a conexão com os jogos surge principalmente nas situações vividas pelo protagonista: abrir fechaduras enquanto é perseguido, vasculhar gavetas em busca de munição e encontrar recursos para continuar vivo. São elementos reconhecíveis para os fãs, mas também familiares ao público de filmes de zumbis e horror.
Diretor amplia o público potencial do filme
Uma pesquisa com o público da estreia apontou motivações variadas para a compra dos ingressos. Quarenta e seis por cento citaram os jogos, 45% mencionaram o interesse por filmes de terror e 37% apontaram o próprio Cregger, cuja reputação cresceu com Barbarian e Weapons.
Leia também
Com orçamento de US$ 75 milhões, o longa ainda terá pela frente a concorrência de Other Mommy em três semanas. Se mantiver uma trajetória semelhante à de Weapons, Resident Evil poderá superar US$ 200 milhões no mercado doméstico, sustentado pelo boca a boca, pelo humor sombrio e pelo body horror.
Resident Evil aposta em terror acessível e conquista estreia global de US$ 108,3 milhões
Filme dirigido por Zach Cregger combina horror de sobrevivência, humor sombrio e uma história menos presa à mitologia da Capcom.
Resident Evil encontrou uma forma própria de adaptar os jogos da Capcom: em vez de reproduzir a mitologia da franquia, o filme prioriza uma experiência de horror de sobrevivência que pode alcançar tanto jogadores quanto espectadores habituados ao gênero. A estratégia ajudou a produção a registrar US$ 108,3 milhões no primeiro fim de semana mundial.
Nos Estados Unidos, a estreia somou US$ 60 milhões, o melhor resultado da franquia e também o maior da carreira de Zach Cregger. O desempenho colocou o longa entre as maiores aberturas de setembro no mercado doméstico, reforçando a força comercial da proposta.
Uma adaptação guiada pela experiência dos jogos
Ao contrário de versões anteriores, Resident Evil não tenta incluir figuras conhecidas como Claire Redfield ou Albert Wesker. Raccoon City e a Umbrella Corporation aparecem como referências, enquanto algumas criaturas enfrentadas pelo entregador médico Bryan, vivido por Austin Abrams, são inspiradas nos games.
Conforme noticiado pelo TheWrap, a conexão com os jogos surge principalmente nas situações vividas pelo protagonista: abrir fechaduras enquanto é perseguido, vasculhar gavetas em busca de munição e encontrar recursos para continuar vivo. São elementos reconhecíveis para os fãs, mas também familiares ao público de filmes de zumbis e horror.
Diretor amplia o público potencial do filme
Uma pesquisa com o público da estreia apontou motivações variadas para a compra dos ingressos. Quarenta e seis por cento citaram os jogos, 45% mencionaram o interesse por filmes de terror e 37% apontaram o próprio Cregger, cuja reputação cresceu com Barbarian e Weapons.
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