Resident Evil: Zach Cregger revela mudança decisiva no final do filme
Diretor refez a construção do clímax para preservar a tensão em torno do destino de Bryan e do antídoto.
O desfecho de Resident Evil quase seguiu um caminho bem mais direto e brutal. Zach Cregger percebeu, depois das filmagens principais, que a montagem original afastava o público de Bryan, personagem vivido por Austin Abrams, justamente no momento mais importante da história.
Na primeira versão, a transformação do protagonista ficava escondida entre sombras e neblina no laboratório destruído. Depois que Bryan atacava uma cientista, ele praticamente desaparecia da imagem até reaparecer mais adiante. Para Cregger, a ausência enfraquecia a conexão com o personagem e fazia a sequência parecer apenas uma matança dos pesquisadores.
O monstro ganhou presença com tecnologia digital
A solução envolveu uma nova etapa de captura. Abrams reencenou toda a transformação em um domo do estúdio Scanline, em Los Angeles, equipado com mil câmeras capazes de registrar seu corpo em uma superfície tridimensional. A equipe então pôde posicionar a câmera virtualmente e construir os tentáculos e a boca monstruosa sobre a atuação do ator.
Segundo informações do TheWrap, o resultado ampliou a participação de Bryan no clímax e manteve sua humanidade perceptível mesmo durante o ataque aos cientistas. A mudança também reorganizou a progressão da cena, deixando o destino do personagem em aberto por mais tempo.
Uma tomada alternativa preservou o antídoto
Outro problema estava ligado à seringa. No roteiro inicial, o cientista retirava a agulha, que caía e se quebrava assim que Bryan agarrava uma mulher. Cregger, porém, havia gravado uma alternativa em que o personagem guardava o objeto no bolso, prevendo que a solução poderia ser necessária.
Leia também
O diretor também filmou em Praga uma tomada de Bryan avançando para o golpe. Essas imagens permitiram montar uma nova sequência, na qual o antídoto continua em jogo até os instantes finais e a sobrevivência do protagonista permanece como a principal tensão do confronto.
Resident Evil: Zach Cregger revela mudança decisiva no final do filme
Diretor refez a construção do clímax para preservar a tensão em torno do destino de Bryan e do antídoto.
O desfecho de Resident Evil quase seguiu um caminho bem mais direto e brutal. Zach Cregger percebeu, depois das filmagens principais, que a montagem original afastava o público de Bryan, personagem vivido por Austin Abrams, justamente no momento mais importante da história.
Na primeira versão, a transformação do protagonista ficava escondida entre sombras e neblina no laboratório destruído. Depois que Bryan atacava uma cientista, ele praticamente desaparecia da imagem até reaparecer mais adiante. Para Cregger, a ausência enfraquecia a conexão com o personagem e fazia a sequência parecer apenas uma matança dos pesquisadores.
O monstro ganhou presença com tecnologia digital
A solução envolveu uma nova etapa de captura. Abrams reencenou toda a transformação em um domo do estúdio Scanline, em Los Angeles, equipado com mil câmeras capazes de registrar seu corpo em uma superfície tridimensional. A equipe então pôde posicionar a câmera virtualmente e construir os tentáculos e a boca monstruosa sobre a atuação do ator.
Segundo informações do TheWrap, o resultado ampliou a participação de Bryan no clímax e manteve sua humanidade perceptível mesmo durante o ataque aos cientistas. A mudança também reorganizou a progressão da cena, deixando o destino do personagem em aberto por mais tempo.
Uma tomada alternativa preservou o antídoto
Outro problema estava ligado à seringa. No roteiro inicial, o cientista retirava a agulha, que caía e se quebrava assim que Bryan agarrava uma mulher. Cregger, porém, havia gravado uma alternativa em que o personagem guardava o objeto no bolso, prevendo que a solução poderia ser necessária.
Leia também
O diretor também filmou em Praga uma tomada de Bryan avançando para o golpe. Essas imagens permitiram montar uma nova sequência, na qual o antídoto continua em jogo até os instantes finais e a sobrevivência do protagonista permanece como a principal tensão do confronto.