O Outro Lado das Redes recebe crítica negativa por abordagem genérica sobre Facebook
Sequência de A Rede Social acompanha denúncia sobre o algoritmo do Facebook e estreia exclusivamente nos cinemas em 9 de outubro.
O Outro Lado das Redes chega aos cinemas como uma continuação de A Rede Social, mas a nova produção de Aaron Sorkin foi considerada uma oportunidade perdida. O longa acompanha uma investigação sobre decisões do Facebook que teriam ampliado informações falsas, conteúdos de indignação e danos psicológicos aos usuários.
Na trama, Mikey Madison interpreta Frances Haugen, funcionária da empresa que passa a desconfiar de suas práticas. O repórter Josh Horwitz, vivido por Jeremy Allen White, tenta obter dela as provas necessárias para expor o funcionamento da corporação e transformar a denúncia em uma reportagem de impacto.
Investigação sobre o algoritmo do Facebook
A narrativa se estrutura como um thriller jornalístico, com encontros entre Haugen e Horwitz e saltos para 6 de janeiro de 2021. Nessa outra linha temporal, Mark Zuckerberg, interpretado por Jeremy Strong, se prepara para uma audiência no Senado sobre o papel do Facebook na desinformação eleitoral.
Segundo informações do TheWrap, a avaliação critica o roteiro por apresentar diálogos elaborados e debates sobre liberdade de expressão sem aprofundar suficientemente o processo jornalístico ou o contexto da tragédia abordada. A relação entre os protagonistas também é descrita como um espaço para discussões repetitivas, em vez de uma evolução convincente da investigação.
Estreia exclusiva nos cinemas
Sorkin também assume a direção e coloca Zuckerberg no centro do conflito como símbolo da responsabilidade corporativa diante dos efeitos da plataforma. Jeremy Strong é apontado como eficiente apenas depois que sua interpretação desgastante se impõe pelo excesso de confrontos e explicações.
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Com ritmo considerado confortável e algumas frases marcantes, o filme mantém uma apresentação clara, mas sem uma identidade visual comparável à de A Rede Social. A fotografia de Jeff Cronenweth, responsável pelo trabalho no filme anterior, é descrita como funcional e próxima da televisão convencional.
O Outro Lado das Redes estreia exclusivamente nos cinemas em 9 de outubro. A produção sustenta que o jornalismo impresso ainda pode enfrentar a influência das plataformas digitais, mas a crítica considera insuficiente o acerto de contas sugerido pelo título.
O Outro Lado das Redes recebe crítica negativa por abordagem genérica sobre Facebook
Sequência de A Rede Social acompanha denúncia sobre o algoritmo do Facebook e estreia exclusivamente nos cinemas em 9 de outubro.
O Outro Lado das Redes chega aos cinemas como uma continuação de A Rede Social, mas a nova produção de Aaron Sorkin foi considerada uma oportunidade perdida. O longa acompanha uma investigação sobre decisões do Facebook que teriam ampliado informações falsas, conteúdos de indignação e danos psicológicos aos usuários.
Na trama, Mikey Madison interpreta Frances Haugen, funcionária da empresa que passa a desconfiar de suas práticas. O repórter Josh Horwitz, vivido por Jeremy Allen White, tenta obter dela as provas necessárias para expor o funcionamento da corporação e transformar a denúncia em uma reportagem de impacto.
Investigação sobre o algoritmo do Facebook
A narrativa se estrutura como um thriller jornalístico, com encontros entre Haugen e Horwitz e saltos para 6 de janeiro de 2021. Nessa outra linha temporal, Mark Zuckerberg, interpretado por Jeremy Strong, se prepara para uma audiência no Senado sobre o papel do Facebook na desinformação eleitoral.
Segundo informações do TheWrap, a avaliação critica o roteiro por apresentar diálogos elaborados e debates sobre liberdade de expressão sem aprofundar suficientemente o processo jornalístico ou o contexto da tragédia abordada. A relação entre os protagonistas também é descrita como um espaço para discussões repetitivas, em vez de uma evolução convincente da investigação.
Estreia exclusiva nos cinemas
Sorkin também assume a direção e coloca Zuckerberg no centro do conflito como símbolo da responsabilidade corporativa diante dos efeitos da plataforma. Jeremy Strong é apontado como eficiente apenas depois que sua interpretação desgastante se impõe pelo excesso de confrontos e explicações.
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Com ritmo considerado confortável e algumas frases marcantes, o filme mantém uma apresentação clara, mas sem uma identidade visual comparável à de A Rede Social. A fotografia de Jeff Cronenweth, responsável pelo trabalho no filme anterior, é descrita como funcional e próxima da televisão convencional.
O Outro Lado das Redes estreia exclusivamente nos cinemas em 9 de outubro. A produção sustenta que o jornalismo impresso ainda pode enfrentar a influência das plataformas digitais, mas a crítica considera insuficiente o acerto de contas sugerido pelo título.