Cara-de-Barro lidera bilheteria com US$ 24 milhões em estreia
Filme de horror corporal ficou abaixo das projeções, porém abriu acima do custo proporcional e teve recepção crítica melhor que Supergirl.
Cara-de-Barro estreou na liderança das bilheterias com US$ 24 milhões, resultado considerado moderado para a atual fase da DC Studios. O valor ficou ligeiramente abaixo da expectativa de US$ 25 milhões a US$ 30 milhões, mas garantiu ao longa uma abertura competitiva para uma produção centrada em um personagem menos conhecido dos quadrinhos.
O desempenho ganha peso pelo perfil do projeto. Trata-se de um filme de horror corporal, gênero que não costuma ser associado ao modelo tradicional de histórias de super-heróis. Ainda assim, a produção conseguiu superar o segundo fim de semana de You Can See Everything, da A24, que arrecadou US$ 19,5 milhões.
Estreia fica abaixo da projeção, mas orçamento reduz o risco
Com custo estimado em US$ 44 milhões, Cara-de-Barro está distante do orçamento elevado de outras adaptações de quadrinhos. A arrecadação inicial não transforma o longa em um fenômeno, mas indica um caminho comercial menos arriscado: o filme não precisa alcançar cifras bilionárias para se manter distante de um prejuízo significativo.
Segundo informações da IndieWire, o resultado também representa uma recuperação em relação a Supergirl, produção anterior do universo conduzido por James Gunn e Peter Safran. O filme teve prejuízo estimado entre US$ 80 milhões e US$ 120 milhões, além de uma recepção crítica mais fraca.
Recepção crítica reforça o desempenho de Cara-de-Barro
No Rotten Tomatoes, Cara-de-Barro registra 75% de aprovação, acima dos 52% classificados como negativos para Supergirl. A avaliação ajuda a sustentar a percepção de que o novo projeto encontrou uma resposta mais favorável, mesmo sem repetir o impacto comercial de grandes marcas da DC.
Leia também
O longa ainda fica atrás dos maiores sucessos associados à editora, mas sua abertura sugere que uma produção de escala mais controlada pode funcionar em um mercado seletivo. Para a DC Studios, o resultado oferece um sinal positivo, embora modesto, dentro do processo de reconstrução cinematográfica iniciado por Gunn e Safran.
Veja também as principais notícias sobre Cara De Barro.
Cara-de-Barro lidera bilheteria com US$ 24 milhões em estreia
Filme de horror corporal ficou abaixo das projeções, porém abriu acima do custo proporcional e teve recepção crítica melhor que Supergirl.
Cara-de-Barro estreou na liderança das bilheterias com US$ 24 milhões, resultado considerado moderado para a atual fase da DC Studios. O valor ficou ligeiramente abaixo da expectativa de US$ 25 milhões a US$ 30 milhões, mas garantiu ao longa uma abertura competitiva para uma produção centrada em um personagem menos conhecido dos quadrinhos.
O desempenho ganha peso pelo perfil do projeto. Trata-se de um filme de horror corporal, gênero que não costuma ser associado ao modelo tradicional de histórias de super-heróis. Ainda assim, a produção conseguiu superar o segundo fim de semana de You Can See Everything, da A24, que arrecadou US$ 19,5 milhões.
Estreia fica abaixo da projeção, mas orçamento reduz o risco
Com custo estimado em US$ 44 milhões, Cara-de-Barro está distante do orçamento elevado de outras adaptações de quadrinhos. A arrecadação inicial não transforma o longa em um fenômeno, mas indica um caminho comercial menos arriscado: o filme não precisa alcançar cifras bilionárias para se manter distante de um prejuízo significativo.
Segundo informações da IndieWire, o resultado também representa uma recuperação em relação a Supergirl, produção anterior do universo conduzido por James Gunn e Peter Safran. O filme teve prejuízo estimado entre US$ 80 milhões e US$ 120 milhões, além de uma recepção crítica mais fraca.
Recepção crítica reforça o desempenho de Cara-de-Barro
No Rotten Tomatoes, Cara-de-Barro registra 75% de aprovação, acima dos 52% classificados como negativos para Supergirl. A avaliação ajuda a sustentar a percepção de que o novo projeto encontrou uma resposta mais favorável, mesmo sem repetir o impacto comercial de grandes marcas da DC.
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O longa ainda fica atrás dos maiores sucessos associados à editora, mas sua abertura sugere que uma produção de escala mais controlada pode funcionar em um mercado seletivo. Para a DC Studios, o resultado oferece um sinal positivo, embora modesto, dentro do processo de reconstrução cinematográfica iniciado por Gunn e Safran.
Veja também as principais notícias sobre Cara De Barro.