A Odisseia inclui aviso contra uso em treinamento de inteligência artificial
Filme de Christopher Nolan traz mensagem legal que proíbe o uso da obra como dado de treinamento para inteligência artificial.
A Odisseia traz uma mensagem legal que impede o uso do filme como dado de treinamento para sistemas de inteligência artificial. A inclusão do aviso foi destacada por Christopher Nolan, que também preside a Directors Guild of America (DGA).
O texto aparece na parte final da obra e estabelece que o longa não pode ser ingerido nem utilizado para treinar ferramentas de IA. Segundo Nolan, trata-se de uma medida importante para delimitar o uso de materiais protegidos por direitos autorais.
Nolan cobra responsabilidade dos estúdios
Para o diretor, a proteção não deve ficar a cargo dos cineastas. Ele explicou que, com poucas exceções, os profissionais da guilda não são os detentores dos direitos autorais dos filmes em que trabalham. Por isso, cabe aos estúdios agir contra recriações e usos não autorizados.
De acordo com o Deadline, Nolan também criticou o uso de “inteligência artificial” como um termo abrangente que permitiria às empresas diluir responsabilidades. Na avaliação dele, os estúdios precisam assumir uma postura ativa na defesa das obras e não tratar a tecnologia como uma força fora de controle.
Diretor defende participação dos criadores
O cineasta afirmou que já existem mecanismos legais para proteger pessoas e criadores, embora considere insuficiente apenas contar com as regras atuais. Ele citou decisões judiciais contra determinados argumentos baseados em uso aceitável e avaliou que essa justificativa poderá enfrentar novos limites.
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Além da defesa dos direitos autorais, Nolan quer que os integrantes da categoria participem das discussões sobre o uso da IA e sobre a estrutura jurídica que orientará a tecnologia. Ele relacionou essa participação à remuneração dos profissionais, já que pagamentos residuais dependem da exploração adequada das obras.
A Odisseia inclui aviso contra uso em treinamento de inteligência artificial
Filme de Christopher Nolan traz mensagem legal que proíbe o uso da obra como dado de treinamento para inteligência artificial.
A Odisseia traz uma mensagem legal que impede o uso do filme como dado de treinamento para sistemas de inteligência artificial. A inclusão do aviso foi destacada por Christopher Nolan, que também preside a Directors Guild of America (DGA).
O texto aparece na parte final da obra e estabelece que o longa não pode ser ingerido nem utilizado para treinar ferramentas de IA. Segundo Nolan, trata-se de uma medida importante para delimitar o uso de materiais protegidos por direitos autorais.
Nolan cobra responsabilidade dos estúdios
Para o diretor, a proteção não deve ficar a cargo dos cineastas. Ele explicou que, com poucas exceções, os profissionais da guilda não são os detentores dos direitos autorais dos filmes em que trabalham. Por isso, cabe aos estúdios agir contra recriações e usos não autorizados.
De acordo com o Deadline, Nolan também criticou o uso de “inteligência artificial” como um termo abrangente que permitiria às empresas diluir responsabilidades. Na avaliação dele, os estúdios precisam assumir uma postura ativa na defesa das obras e não tratar a tecnologia como uma força fora de controle.
Diretor defende participação dos criadores
O cineasta afirmou que já existem mecanismos legais para proteger pessoas e criadores, embora considere insuficiente apenas contar com as regras atuais. Ele citou decisões judiciais contra determinados argumentos baseados em uso aceitável e avaliou que essa justificativa poderá enfrentar novos limites.
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Além da defesa dos direitos autorais, Nolan quer que os integrantes da categoria participem das discussões sobre o uso da IA e sobre a estrutura jurídica que orientará a tecnologia. Ele relacionou essa participação à remuneração dos profissionais, já que pagamentos residuais dependem da exploração adequada das obras.