Resident Evil transforma seu herói em um chefe dos jogos no final
O filme de Zach Cregger encerra a jornada de Bryan com uma transformação ligada à tradição dos chefes dos games.
Resident Evil conduz Bryan, vivido por Austin Abrams, a um destino que conecta o filme à essência mais cruel dos jogos. Em vez de terminar como um sobrevivente da queda de Raccoon City, o entregador médico se transforma no tipo de ameaça que normalmente seria enfrentada em uma batalha decisiva.
A trama acompanha o personagem durante uma entrega aparentemente comum. O pacote, que ele acredita conter um órgão para transplante, é na verdade uma peça importante para a síntese de uma cura, enquanto a cidade começa a ser tomada pelos zumbis da Umbrella Corporation.
A infecção muda o papel de Bryan na história
O ponto de virada ocorre quando Bryan é mordido no braço por uma garota zumbi. Mesmo infectado, ele consegue levar o material ao destino. A doença, porém, avança antes que a solução possa ser usada, e o personagem acaba massacrando os cientistas.
Sem conseguir alcançar a cura, Bryan termina diante de helicópteros da Guarda Nacional, já profundamente transformado. O encerramento reinterpreta toda a jornada como a origem de um possível chefe: alguém que o público acompanhou como pessoa antes de vê-lo convertido em monstro.
O desfecho ecoa a tragédia dos jogos
Conforme noticiado pelo Slashfilm, essa escolha se aproxima da lógica de inimigos como Lisa Trevor, uma cobaia da Umbrella cuja aparência monstruosa esconde uma história de sofrimento, e William Birkin, criador do vírus que acaba destruído pela própria criação. Nos jogos, muitos adversários continuam sendo vítimas mesmo quando se tornam ameaças.
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O filme preserva ainda o humor negro e o horror grotesco associados à franquia, mas desloca o foco para a humanidade perdida de um personagem comum. Bryan não é apenas mais uma vítima anônima do surto: seu destino dá forma pessoal ao tipo de tragédia que os confrontos dos games costumam resumir a uma luta.
Dirigido por Zach Cregger, Resident Evil apresenta, assim, uma narrativa original dentro do universo da série. O filme está em cartaz nos cinemas, com seu final transformando a queda de Bryan no principal elo visual e dramático com a tradição dos jogos.
Resident Evil transforma seu herói em um chefe dos jogos no final
O filme de Zach Cregger encerra a jornada de Bryan com uma transformação ligada à tradição dos chefes dos games.
Resident Evil conduz Bryan, vivido por Austin Abrams, a um destino que conecta o filme à essência mais cruel dos jogos. Em vez de terminar como um sobrevivente da queda de Raccoon City, o entregador médico se transforma no tipo de ameaça que normalmente seria enfrentada em uma batalha decisiva.
A trama acompanha o personagem durante uma entrega aparentemente comum. O pacote, que ele acredita conter um órgão para transplante, é na verdade uma peça importante para a síntese de uma cura, enquanto a cidade começa a ser tomada pelos zumbis da Umbrella Corporation.
A infecção muda o papel de Bryan na história
O ponto de virada ocorre quando Bryan é mordido no braço por uma garota zumbi. Mesmo infectado, ele consegue levar o material ao destino. A doença, porém, avança antes que a solução possa ser usada, e o personagem acaba massacrando os cientistas.
Sem conseguir alcançar a cura, Bryan termina diante de helicópteros da Guarda Nacional, já profundamente transformado. O encerramento reinterpreta toda a jornada como a origem de um possível chefe: alguém que o público acompanhou como pessoa antes de vê-lo convertido em monstro.
O desfecho ecoa a tragédia dos jogos
Conforme noticiado pelo Slashfilm, essa escolha se aproxima da lógica de inimigos como Lisa Trevor, uma cobaia da Umbrella cuja aparência monstruosa esconde uma história de sofrimento, e William Birkin, criador do vírus que acaba destruído pela própria criação. Nos jogos, muitos adversários continuam sendo vítimas mesmo quando se tornam ameaças.
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O filme preserva ainda o humor negro e o horror grotesco associados à franquia, mas desloca o foco para a humanidade perdida de um personagem comum. Bryan não é apenas mais uma vítima anônima do surto: seu destino dá forma pessoal ao tipo de tragédia que os confrontos dos games costumam resumir a uma luta.
Dirigido por Zach Cregger, Resident Evil apresenta, assim, uma narrativa original dentro do universo da série. O filme está em cartaz nos cinemas, com seu final transformando a queda de Bryan no principal elo visual e dramático com a tradição dos jogos.